arte

VIDEOS POEMAS!

Ou como você quiser chamá-los. Pode ser vídeos curtinhos fofos, mas tenho me dedicado bastante para que saiam da melhor maneira possível. Eu não tenho uma câmera profissional e comecei a gravar faz pouco tempo, mas tenho dado meu melhor. Quero continuar nesse caminho para que eu não olhe pra trás e pense que nem ao menos tentei. Tenho reparado que o movimento por aqui já não é mais o mesmo, os tempos são outros, afinal. Acho que um estímulo visual pode ajudar a atrair pessoas, para compartilhar meus sentimentos. Convido você a conhecer melhor minhas intenções com esse canal. Não esqueça de se inscrever! São videos super curtinhos e fofos, vale a pena. ❤

O que você faz quando a chuva acaba com seus planos? Fica jogado na cama olhando pro teto? Eu também. Mas eu filmo esse momento:


Um vídeo poema sobre mudanças. Ou quase mudanças:


Quando o bloqueio criativo é forte demais e a gente perde a esperança, o melhor que podemos fazer é respirar novos ares. Ver outras pessoas. Observar o mar. Nesse vídeo eu mostro tudo o que a arte significa pra mim:


E pra finalizar, o primeiro vídeo do ano. Eu estava na praia, mas estava desanimada. Virada de ano nem sempre representa algo positivo pra mim. Mas ouvir a música certa com a melhor companhia do mundo quando a luz se esvai, pode acabar ascendendo uma vela em nossos corações:


Espero que eu consiga acalentar algum coração!

Por hoje é só e até a próxima dose!

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Vomitar

Vômitos literários, vômitos cósmicos. Aqueles que são gerados em uma intoxicação lexical, que te viram do avesso e causam graves tonturas até que você resolva correr para o canto seguro mais próximo e vomitar.

O pesar dos dias arrastados não permite nenhum sorriso se manifestar, o olhar fica frouxo, como as pernas.
Eu já havia tomado água, e além disso, remédio logo cedo. Tinha ouvido músicas para distrair a mente. Nada dissolvia aquela dor, nada me fazia respirar direito. Até que num ato de impulso, levantei e corri.
Corri desesperadamente para a sala de literatura estrangeira e me escondi no final do último corredor. Me abaixei, e vomitei.
Vomitei em meu bloco de notas todas aquelas palavras que pulsavam em meu peito, palavras vorazes que me consumiam de dentro pra fora até estarem passeando pela minha pele, escorrendo de meus olhos.
Eu sorri. Ainda havia dor, mas agora sua forma era eterna e bela.