Ela, a Inspiração

Ela tinha um caminhar lindo e eu sorri.

Atrapalhado que sou
Não permito que minhas pernas vacilem
Mas minhas palavras saem aos tropeços
Se quebrando ao chocar com as pedras
Se perdendo pelas esquinas.

Meu olhar saiu cuspido
Assim
De supetão.
Não sinalizei vergonha
Mas meu coração ruborizou.

Fruto da minha imaginação que me domina
Sobe em meu corpo e me usa
Essa moça que tanto me esnoba e quando passa
É passageiro por demais.

Te convido a pular minhas janelas
Ficar para um café
Ir para o banho, para a cama
Ir para onde quiser.

Suspirar ao te sentir é tão bom
Pena que tu já não podes avistar meu sorriso
Então deixo que o vento te entregue ao te encontrar
No dia que tu, moça, fores partir
Montada nas costas vastas do céu
Flutuando no ar.

(Às vezes escrevo no masculino, e falarei sobre isso em breve).

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